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FOSP completou 40 anos

Ações de prevenção e controle do câncer no Estado sempre nortearam os trabalhos

A Fundação Oncocentro de São Paulo (FOSP) completou, no dia 25 de abril de 2014, 40 anos. Criada em 1974 e vinculada à Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, mantém, ao longo desses 40 anos, uma importante contribuição nas ações de combate ao câncer.

 

Como instituição geradora de condições para o aprimoramento de ações médico-assistenciais em oncologia, constitui-se, hoje, em órgão de apoio da Secretaria de Saúde para assessorar a política de saúde em câncer no Estado, e tem se mantido fiel a seus princípios ao longo dos anos, sem deixar de lançar um olhar sobre o futuro.

 

No laboratório, detecção precoce, diagnóstico e auxílio na busca do melhor tratamento

O diagnóstico precoce é uma das principais armas de combate ao câncer 

 

Laboratório FOSP

No caso do carcinoma do colo uterino, o rastreamento pelo exame de Papanicolaou permite a detecção de lesões precursoras, antes mesmo da instalação do câncer. O laboratório da FOSP realiza cerca de 220 mil exames de Papanicolaou ao ano, provenientes de 342 unidades de saúde espalhadas pelo Estado de São Paulo.

 

A FOSP desenvolve várias atividades de grande importância no rastreamento do câncer do colo uterino. Ela oferece treinamentos teórico-práticos para profissionais de saúde em coleta de Papanicolaou e Protocolo de Condutas Clínicas Frente ao Resultado de Papanicolaou, capacitando centenas de profissionais de saúde e multiplicadores aptos a reproduzir o treinamento em diversas regiões do Estado. O curso de formação de citotécnicos realizado pela FOSP é reconhecido nacionalmente por sua excelência. O papel da Fundação também é fundamental na coordenação do Monitoramento Externo da Qualidade (MEQ) dos laboratório que fazem a análise dos exames de Papanicolaou, procurando aprimorar, continuamente, a qualidade dos exames de rastreamento em nosso Estado.

 

Novas tecnologias para o rastreamento do câncer do colo uterino, como a utilização da citologia em meio líquido e a pesquisa do DNA do papilomavírus humano (HPV), estão sendo pesquisadas na FOSP. Conforme os resultados obtidos, estes novos métodos poderão ser adotados na rede pública do Estado de São Paulo.

 

Além dos exames de Papanicolaou, a FOSP faz a análise de cerca de 10 mil biópsias por ano, fornecendo o diagnóstico de diversos tipos de câncer. Como no tratamento do câncer são utilizados medicamentos caros e com alta toxicidade, a seleção dos pacientes que mais se beneficiam pelo uso de determinada droga é fundamental para obter bons resultados. A FOSP realiza a pesquisa de amplificação do gene HER2, além de 2 mil reações imuno-histoquímicas ao mês, sendo cerca de mil exames para o diagnóstico específico das pacientes com câncer de mama. 

 

A avaliação da assistência prestada nos hospitais ao paciente com câncer

Registro Hospitalar de Câncer da FOSP coleta dados dos pacientes atendidos no Estado 

 

RHC FOSP

O Ministério da Saúde estabelece, como um dos critérios para credenciamento de um hospital na Rede de Atenção Oncológica, a implantação e manutenção de um Registro Hospitalar de Câncer na instituição. No Estado de São Paulo, por atribuição da Secretaria de Estado da Saúde, cabe à Fundação Oncocentro a coordenação, reestruturação e processamento do Registro Hospitalar de Câncer.

 

O Registro Hospitalar de Câncer (RHC), do setor de Informação e Epidemiologia da FOSP, recebe informações oriundas de 72 hospitais do Estado. O RHC coleta dados de todos os pacientes atendidos nos hospitais, com diagnóstico confirmado de câncer, e tem a finalidade de avaliar a assistência prestada nesses hospitais. Com esses dados, consegue-se uma visão global sobre a situação do câncer no Estado, localizações mais frequentes, estadiamento no momento do diagnóstico e distribuição dos casos no Estado. A base de dados fica à disposição de gestores e pesquisadores. Este conhecimento pode trazer melhorias significativas na atenção médica prestada e servir como fonte de informações para o planejamento administrativo e controle eficiente do seguimento dos pacientes atendidos em cada instituição.

 

Com o intuito de melhorar a qualidade dos dados, a FOSP tem oferecido cursos de treinamento aos registradores de câncer dos hospitais que enviam informações ao RHC. 

 

A Reabilitação e o retorno ao convívio social

Pacientes com sequelas por câncer de cabeça e pescoço recebem próteses personalizadas confeccionadas na FOSP 

 

Reabilitação FOSP

A FOSP oferece atendimento a pacientes com sequelas por câncer de cabeça e pescoço após tratamento cirúrgico e/ou radioterapia. O trabalho realizado no setor de Reabilitação inclui tratamento dentário, confecção de próteses (nariz, olho, face e dentárias), bem como sua manutenção periódica, para que o paciente recupere a autoestima e retorne ao convívio social. Todas as próteses são confeccionadas pelo próprio Laboratório de Prótese da FOSP de forma personalizada, segundo as características de cada paciente. O objetivo não é somente a reparação funcional, com a melhora da fala, deglutição e fonação, mas também a estética do paciente.

 

A equipe de Reabilitação é composta, além de cirurgiões dentistas, por protesistas especializados, psicólogo, técnicos de laboratório e auxiliares odontológicos.

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